Superintendência de Prevenção e Proteção Universitária

Campus Armando de Salles Oliveira

O Campus assentou-se na antiga Fazenda Butantã, na periferia da cidade de São Paulo, entre a linha adutora de Cotia e o Ribeirão Jaguaré, às margens do rio Pinheiros, na década de 30. Sua área "intramuros" é de 4.173.644,00 m², sendo 354.651 m² de área de preservação permanente, com população circulante flutuante de aproximadamente 100.000 pessoas dia.
O sistema viário da Cidade Universitária tem aproximadamente 60 km de vias, com uma circulação flutuante diária de 80.000 veículos. A localização do Campus auxilia na malha viária urbana da cidade de São Paulo. O Campus possui três (03) portarias principais (1, 2 e 3), uma (01) portaria exclusiva para o Hospital Universitário, uma (01) portaria exclusiva para o Instituto Butantã e seis (06) acessos de pedestres. A Prefeitura do Campus da Capital é o órgão responsável pela manutenção das áreas externas do Campus.
A cidade Universitária não é uma ilha! Está encravada entre bairros populosos e movimentados além de estar próxima de acessos estratégicos da cidade, sendo utilizada como alternativa na malha viária; por essas e por outras razões recebe os reflexos da sociedade, tornando-se frágil e refém dos problemas sociais.
Devido a USP estar inserida neste universo urbano da cidade de São Paulo foi que o Magnífico Reitor Prof. Dr. Antonio Hélio Guerra Vieira, atendendo as recomendações do Conselho Universitário e as reivindicações da comunidade, em 24 de maio de 1984, baixou a portaria “GR 1616” criando a Central de Operações junto à Prefeitura do Campus, sob a responsabilidade da Prefeita Profa. Dra. Maria Adélia Aparecida de Souza, a quem coube criar e implantar o primeiro Programa de Segurança para o Campus Universitário, sob coordenação do Diretor Técnico Roberto Salvador Scaringela.
No ano 2000, Ronaldo Elias Pena, diretor da Segurança da USP, mudou a identidade visual e nomenclatura da Segurança, de Agentes de Segurança da USP para Guarda Universitária, nome fantasia.
Em 2002 foi criado o GETS (Grupo de Estudos Técnicos de Segurança). Sua criação foi baseada na necessidade de catalogar estudos de casos e registros dos avanços técnicos de segurança preventiva, promovendo uma cultura de prevenção e de novas técnicas de proteção e controle voltadas para a segurança na Universidade. Local de discussão e estudos técnicos, com ministração de cursos com a participação de instrutores, trabalhava os temas: “Cultura Organizacional de Segurança”, “Segurança Preventiva Comunitária em Universidades”, “Métodos de Controle da Violência em Campus Universitário”, “Controle Prevenção e Perdas” e “Segurança integrada e participativa”. O GETS está inativo na USP desde 2012.
Em 2011, o Magnífico Reitor João Grandino Rodas criou a Superintendência de Prevenção e Proteção Universitária, órgão vinculado à Reitoria, que além do Campus Butantã agora é responsável também por toda política e diretrizes de segurança de todos os Campi da USP. Seu primeiro dirigente foi o Prof. Dr. Adilson Carvalho; atualmente, o Superintendente de Segurança é o Profº Dr. José Antônio Visintin.


Principais atividades


Missão

Pesquisa, coleta e análise interpretativa de dados atinentes ao convívio social, voltada à defesa da cidadania do público USP e grupos de interesses, desenvolvendo procedimentos práticos na área de prevenção e proteção universitária, cujos princípios éticos e a transparência das ações, propiciem e motivem a participação de todos na consecução da cultura de paz, sempre priorizando a preservação da pessoa humana e do patrimônio, respeitando a liberdade intelectual quanto à produção científica, garantida no processo democrático.

Valores

Alicerçado na ética e normas legais, dentro dos princípios da transparência, razoabilidade e aceitabilidade, enaltecendo a importância da participação, colaboração e respeito ao convívio social harmônico, cultivando e incentivando comportamentos convergentes à prevenção primária e responsabilidade social, minimizando e eliminando fatores de riscos, na busca constante da qualidade de vida acadêmica.

Visão

Constituir e preservar espaços e ambientes de paz, aliando tradição à inovação na conjugação de valores de cidadania e de ordem pública, reforçando e alicerçando a sensação ou percepção de segurança, de forma a garantir os estímulos à produtividade científica em prol do desenvolvimento da sociedade brasileira e do mundo.